Há algum tempo tenho buscado entender onde se inicia o processo de violência nos relacionamentos interpessoais amorosos, talvez por ter ficado metade da minha vida em uma relação que minha existência era negada, meus desejos e vontades desconsiderados e eu me silenciava e cedia para viver o que me tinha sido vendido como ideal de vida para uma mulher.
Após a prisão do deputado bolsonarista Daniel Silveira, uma série de ataques ao direito à liberdade de expressão vem sendo orquestrada por pessoas e coletivos, além de órgãos oficiais do governo Bolsonaro.
Na Segunda-feira de Carnaval, o Ministro Edson Fachin publicou nota classificando de “intolerável e inaceitável qualquer forma de pressão injurídica sobre o Poder Judiciário”.
A Lava Jato não existiria sem uma aliança bem ajustada com setores da mídia para, por meio de notícias espetaculosas, comprometer a imagem de acusados antes mesmo da instauração de processos formais.
Dispensável a discussão sobre a legalidade do flagrante determinado contra o deputado Daniel Silveira (PSL-RJ) que, em vídeo divulgado na internet, na última terça-feira (16/02), propagou ódio, atentou contra o regime democrático, ameaçou, incitou violência, caluniou e difamou gravemente integrantes do STF.
Após as divulgações dos diálogos apurados na operação Spoofing, que deixou mais do que esclarecido que havia um conluio entre o ex-juiz Moro e os procuradores da antiga Força Tarefa da Lava Jato para condenar o ex-presidente Lula
O Brasil está de um jeito que inspira pena mundo afora. Se tivéssemos que reconhecer qual dos 3 Poderes da República, conforme vêm sendo geridos, representa maior perigo para o país, para o povo brasileiro, não seria uma escolha fácil.
Desde o golpe de 2016, os ataques ao funcionalismo público e aos trabalhadores em geral não param. Começou com a Emenda Constitucional 95, sobre o teto dos gastos, em dezembro de 2016, cujos reflexos se vê até hoje com menos recursos para a saúde, educação, segurança pública e sucateamento do serviço público, com cada vez menos concursos, ou seja, menos atendimento à população.