Com dados da CPI da Covid, ABJD faz nova denúncia contra Bolsonaro no Tribunal Penal Internacional

Foto: Marcos Corrêa-PR Acesse o documento em português e inglês Com base em fatos novos levantados pela CPI da Covid, a Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) protocolou nesta terça-feira, 09, no Tribunal Penal Internacional (TPI), um adendo onde pede que a Corte dê seguimento à representação realizada em abril de 2020. A intenção é que seja investigada a denúncia feita pela entidade contra Jair Bolsonaro por cometimento de crimes humanitários contra a população brasileira ao assumir a opção de imunidade de rebanho, com boicote ao programa de vacinação e negação das políticas de cuidados sanitários .  De acordo com os juristas, a sistematização de dados produzidos pela CPI da Covid e por vários pesquisadores revelam o empenho e a eficiência da atuação do presidente e da União em prol da ampla disseminação do vírus no território nacional. “As normas produzidas, decretos e vetos a leis votadas no Congresso, os discursos e atos de Bolsonaro foram determinantes para

AO VIVO | ABJD debate com Gleisi Hoffmann os 4 anos do golpe e as consequências para os dias atuais

 




O dia 31 de agosto de 2016 marca um dos capítulos mais vergonhosos da história política brasileira. Nesta data, o Senado concluiu o impeachment de Dilma Rousseff, cassando o mandato da presidenta sem haver crime de responsabilidade. Por isso, nessa segunda, às 19h, a Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) debate os quatro anos do golpe e as consequências para os dias atuais com a presidenta nacional do PT e deputada federal, Gleisi Hoffmann.

Em seu discurso no Senado para se defender do julgamento político, Dilma fez um apelo aos senadores dispostos a condenar sem provas substantivas, argumentos técnicos ou jurídicos: "Não aceitem um golpe que, em vez de solucionar, agravará a crise brasileira".

Então senadora, Gleisi Hoffmann ocupou a tribuna do Senado e outros espaços para explicar por que a bancada de apoio ao governo considerava um golpe o processo de impeachment.

"Que tipo de processo nós vamos ter? Eivado de vícios. Que não tem base constitucional e que tem a dúvida do relator. É uma aberração isso. Não pode dar certo. O que nós vamos ter é uma instabilidade política maior do que a que nós estamos tendo", disse em abril de 2016.

Acompanhe esse importante debate pelas redes ABJDBR. A mediação será dos integrantes da Executiva Nacional, Verônica Salustiano e Nuredin Allan.


Fonte: Agência Senado