ABJD denuncia Bolsonaro por crime contra a humanidade no Tribunal Penal Internacional

Presidente estimula o contágio e coloca a vida de milhares de pessoas em risco na pandemia A ABJD (Associação Brasileira de Juristas pela Democracia) protocolou nesta quinta-feira, (2/4) uma representação (Leia a íntegra em português e inglês) no TPI (Tribunal Penal Internacional) contra o presidente da República, Jair Bolsonaro, pela prática de crime contra a humanidade que vitima a população brasileira diante da pandemia de coronavírus.

Acesse o texto de divulgação em inglês e espanhol.
De acordo com a entidade, o Brasil possui, no atual momento, um chefe de governo e de Estado cujas atitudes são total e absolutamente irresponsáveis. Por isso, solicitam ao TPI que instaure procedimento para averiguar a conduta do presidente e condene Bolsonaro pelo crime contra a humanidade por expor a vida de cidadãos brasileiros, com ações concretas que estimulam o contágio e a proliferação do vírus, aplicando a pena cabível.

“Por ação ou omissão, Bolsonaro coloca a vida da população em risco, come…

ABJD-CE participa do lançamento do livro "Lula e a Espiritualidade"



Publicado no Brasil 247

O jurista da ABJD (Associação Brasileira de Juristas pela Democracia) Marcelo Uchôa escreve sobre o lançamento de "Lula e a Espiritualidade" em Fortaleza. Mais de 500 pessoas lá estiveram "com a certeza de que a luta é dura, mas a indignação e a valentia são maiores, e que, mais dia menos dia, assim como anos atrás a esperança venceu o medo, dessa vez ela suplantará a mentira, edificando o bem para o Brasil e para o mundo"


A passagem do jornalista Mauro Lopes, do canal Paz e Bem, por Fortaleza no dia 14/12, para o lançamento do livro "Lula e a Espiritualidade", editado pelo Brasil 247 e a Kotter editorial, foi um evento digno do mais elevado registro.

Centenas de pessoas se aglomeraram num sábado à tarde, no auditório do histórico Seminário da Prainha, casa onde se formou um dos mais importantes baluartes dos direitos humanos do país, dom Hélder Câmara, para ouvir a palavra do jornalista que diariamente reflete em seu canal sobre os modos como cada pessoa deve aproveitar sua paz para impulsionar o bem coletivo.


A obra, escrita a várias mãos por teólogos, lideranças e autoridades espirituais de múltiplos credos e religiões (anglicanos, budistas, evangélicos, judeus, muçulmanos, umbandistas...), fala do amor supremo e sua relação, ou melhor, sua contradição com a injusta perseguição praticada contra o presidente Lula, ele que prefacia o livro e cuja espiritualidade é analisada sob ângulos diversos na obra.


Em sua fala, Mauro Lopes sublinhou as lições abstraídas pelo presidente em seus penosos 580 dias de cárcere. Comentou sobre a força que recebeu em suas orações diárias, a temperança que herdou dos instantes de meditação e o ímpeto que mantém para transformar o acumulado obtido em militância efetiva em favor do povo sofrido deste enorme país, a quem é grato por haver permanecido ao seu lado em Vigília permanente fora dos muros da carceragem em Curitiba, mobilizado-se em ruas por sua libertação em incontáveis momentos ou mesmo na conversa íntima com Deus na privacidade de cada casa.

O auditório, lotado, exalava amor. Amor pelo presidente Lula, amor pelo organizador da obra, pela sensibilidade de haver realizado um trabalho com tamanha doçura, amor pela consciência tranquila de terem todos ali resistido do lado certo da história, combatendo o bom combate, com a certeza de que a luta é dura, mas a indignação e a valentia são maiores, e que, mais dia menos dia, assim como anos atrás a esperança venceu o medo, dessa vez ela suplantará a mentira, edificando o bem para o Brasil e para o mundo.


Faltaram livros para os presentes. Esgotaram-se trezentos e cinquenta exemplares em pouco mais de quinze minutos. Uma fila monumental de autógrafos se formou pacientemente por quase duas horas, até o último leitor receber seu caloroso abraço e colher sua valiosa dedicatória do festejado autor.

Aproximando o júbilo em torno do nascimento de Cristo, com a sempre expectativa de ser uma época para olhar-se a si para entender, sob a luz da mensagem divina, como é possível corrigir erros e melhorar em benefício alheio, não há como não sugerir que se ofereça a alguém a quem se preze a obra "Lula e a Espiritualidade", um libelo ímpar em homenagem à esperança, ao amor terreno e divino, ao prazer da amizade e à busca da fraternidade.

Paz e bem!