ABJD adia realização do III Seminário Internacional e do Curso de Formação para associados

A ABJD (Associação Brasileira de Juristas pela Democracia), por suas instâncias deliberativas – Executiva e Colegiado Nacional, considerando que a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou situação de pandemia em decorrência do Covid-19, conhecido como novo coronavírus, e de acordo com as orientações do Ministério da Saúde, de governos estaduais e instituições em geral, notadamente no que tange à circulação e aglomeração de pessoas, ante sua responsabilidade social com a saúde de seus e suas integrantes, e bem assim da coletividade, de forma consensual, decidiu pelo ADIAMENTO dos seguintes eventos:


Curso de Formação da ABJD, que estava programado para os dias 6 a 10 de abril, na Escola Nacional Florestan Fernandes, em Guararema-São Paulo; III Seminário Internacional e Assembleia Geral da ABJD, que estava previsto para os dias 28 a 30 de maio, na Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia, em Salvador.
Sendo certo que a realização de ambos os eventos envolve tratativas c…

Projetos que criminalizam movimentos sociais não serão pautados na Câmara dos Deputados


Fotos: J. Batista/ Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, assumiu o compromisso de que nenhum projeto que pretenda criminalizar os movimentos sociais ou cercear direitos de manifestação sejam pautados na Casa. O acordo foi resultado de uma solicitação feita pela ABJD (Associação Brasileira de Juristas pela Democracia) e mais 26 entidades que se reuniram com Maia nesta quarta-feira, 16/10.

Na audiência, o coletivo entregou ao presidente uma carta onde pedem que os Projetos de Lei que permitem - sob qualquer pretexto - a vigilância, o enquadramento de movimentos sociais como terroristas, o solapamento da liberdade de expressão, manifestação ou reunião e a criminalização da sociedade civil entrem em pauta sem a devida e necessária discussão e amadurecimento das propostas.


Também solicitaram que não sejam relacionados requerimentos de urgência relativos aos projetos e que eles recebam tramitação ordinária no plenário e nas comissões pertinentes, em especial nas Comissões de Direitos Humanos e Minorias e de Finanças e Tributação.

Atualmente, tramitam na Câmara, aproximadamente, 22 propostas que tentam criminalizar e controlar a atuação de lideranças, movimentos de base e organizações da sociedade civil e que, se fossem aprovados, trariam enormes retrocessos e prejuízos ao espaço democrático do país.

Além dos representantes das entidades, participaram da reunião os deputados do PCdoB, PDT, PSB, PSOL e PT.