Retrospectiva 2020 | "São histórias que a história qualquer dia contará"

2020 chega ao fim nos deixando uma grande lição sobre a necessidade urgente de justiça, de solidariedade, de saúde, de garantia de direitos e respeito à democracia.  A ABJD agradece a todas e todos associadas (os), companheiras (as) e entidades parceiras que estiveram juntos nas trincheiras da resistência e da sobrevivência, se solidariza profundamente com as vítimas da pandemia e familiares, e deseja que em 2021 tenhamos ainda mais força e coragem para seguirmos nas importantes batalhas por um mundo mais justo. Vamos à luta! Feliz Ano Novo!

ABJD visita Lula nesta quinta, 19/9



A ABJD (Associação Brasileira de Juristas pela Democracia), representada por sua integrante, Carol Proner, irá visitar o ex-presidente Lula na Polícia Federal, em Curitiba, nesta quinta-feira, 19/9, a partir das 15h.

A professora de Direito Internacional da UFRJ entregará a Lula uma carta da ABJD com informações sobre a atuação da entidade no Brasil e no exterior. “Estarei representando os movimentos jurídicos que lutam pelo restabelecimento do estado democrático de direito, por Lula Livre e contra a prisão política”, afirmou.

Durante a visita, Carol Proner estará acompanhada do cantor e compositor Chico Buarque.

ABJD

A ABJD surgiu em 2016 durante o processo do golpe jurídico-midiático-parlamentar-empresarial contra a presidenta Dilma. Primeiramente era uma frente de juristas e, em 2018, tornou-se uma Associação. Atualmente, a entidade reúne mais de 1500 filiados de todas as áreas e carreiras jurídicas, distribuídos em 18 Núcleos estaduais.

Com uma trajetória de resistência diária, a Associação de Juristas lançou, recentemente, a Campanha #MoroMente que vem denunciando a conduta ilegal do ex-juiz Sergio Moro, especialmente no processo do ex-presidente Lula. Além de cobrar que as instituições competentes façam uma investigação rigorosa do atual ministro da Justiça e Segurança Pública e dos procuradores da Lava Jato.

"Os processos contra o ex-presidente Lula foram os mais violentos e midiáticos, sendo em tudo excepcionais: nos prazos, na prisão antecipada, no uso de provas e testemunhas, e nas negativas aos direitos políticos e civis, desrespeitando até mesmo decisão obrigatória das Nações Unidas", reforça a ABJD.