ABJD lança campanha #MoroMente para explicar os crimes cometidos pelo ex-juiz na Lava Jato

Ato será realizado no dia 19 de agosto na Faculdade de Direito da USP 
Preocupada com o discurso de Sergio Moro de relativização da legalidade e de normalização de desvios, a ABJD (Associação Brasileira de Juristas pela Democracia) lança nesta quinta-feira (01/08) a campanha #MoroMente para mostrar à população quais foram as violações de direitos cometidas pelo ex-juiz, e apontar as mentiras que ele conta para justificar sua atuação criminosa durante a Lava Jato.

A ação contará com a participação de juristas que irão explicar como os envolvidos na operação Lava Jato atropelaram leis e corromperam a Constituição.

Nesta abertura, o juiz de Direito da Vara de Execuções Penais do Amazonas, Luís Carlos Valois, esclarece porque Moro está mentindo quando diz que é normal o contato regular e de tanta influência com representantes do Ministério Público (MP) no curso de um processo. Assista.

Um ato público será realizado no dia 19 de agosto na Faculdade de Direito da USP, no Largo do São Fra…

ABJD cobra que CNMP investigue procuradores envolvidos na Vaza Jato


Conselho arquivou sumariamente representação dos juristas


A ABJD (Associação Brasileira de Juristas pela Democracia) apresentou nesta segunda-feira (15/07) embargos de declaração ao CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) contra o arquivamento sumário da representação feita pela entidade no último dia 03/07.

A Associação de Juristas pede que o plenário do CNMP analise o pedido e reforça, como acréscimo, as divulgações realizadas pela Folha de S.Paulo, neste domingo (14/07), que mostram os procuradores fazendo da Lava Jato um “plano de negócios”.

A ABJD já havia solicitado ao Conselho a apuração das condutas dos procuradores da força-tarefa da operação Lava Jato Deltan Dallagnol e Carlos Fernando dos Santos Lima e a reclamação disciplinar protocolada foi recusada pelo corregedor Orlando Rochadel.

Nesses embargos, a entidade aponta as contradições, obscuridades e omissões na decisão de arquivamento que concluiu pela ausência de ilícitos, sem analisar os conteúdos divulgados pelo site The Intercept Brasil e outros portais.

Acesse o documento aqui.