ABJD denuncia Bolsonaro por crime contra a humanidade no Tribunal Penal Internacional

Presidente estimula o contágio e coloca a vida de milhares de pessoas em risco na pandemia A ABJD (Associação Brasileira de Juristas pela Democracia) protocolou nesta quinta-feira, (2/4) uma representação (Leia a íntegra em português e inglês) no TPI (Tribunal Penal Internacional) contra o presidente da República, Jair Bolsonaro, pela prática de crime contra a humanidade que vitima a população brasileira diante da pandemia de coronavírus.

Acesse o texto de divulgação em inglês e espanhol.
De acordo com a entidade, o Brasil possui, no atual momento, um chefe de governo e de Estado cujas atitudes são total e absolutamente irresponsáveis. Por isso, solicitam ao TPI que instaure procedimento para averiguar a conduta do presidente e condene Bolsonaro pelo crime contra a humanidade por expor a vida de cidadãos brasileiros, com ações concretas que estimulam o contágio e a proliferação do vírus, aplicando a pena cabível.

“Por ação ou omissão, Bolsonaro coloca a vida da população em risco, come…

ABJD faz nova denúncia ao CNJ contra desembargadora que difamou Marielle Franco logo após seu assassinato




Foto: Divulgação

Marília Neves volta a fazer postagens com conteúdos falsos, que incitam violência e intimidador contra várias pessoas, inclusive o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A nova denúncia protocolada nesta terça-feira (22) pela Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) é um adendo ao procedimento que já investiga a desembargadora.

Em março do ano passado a ABJD entrou com representação no Conselho contra a mesma desembargadora por crime de ódio e racismo contra Marielle Franco. Neves divulgou em suas redes sociais que a vereadora estava engajada com bandidos e que havia sido eleita com apoio de facções criminosas. O  CNJ decidiu acolher a denúncia e abriu investigação sobre o caso, entretanto ainda não foi levado ao colegiado.

A nova denúncia dos juristas apresenta novos elementos de que Marília Neves está reincidindo na prática de racismo e crimes de ódio, além de desrespeitar o Provimento 71/2018 que determina regras de conduta para juízes nas redes sociais.


Registros das postagens de Marília Neves que foram apagadas após serem denunciadas ao Facebook 

Na semana passada a magistrada compartilhou uma postagem atacando pessoalmente o ex-candidato a presidência da República Guilherme Boulos, que dizia "a tristeza no olhar de quem vai ser recebido na bala, depois do decreto do Bolsonaro". Outras postagens de teor semelhante são publicas sem nenhum constrangimento pela desembargadora há algum tempo.

Leia a ação.