Com dados da CPI da Covid, ABJD faz nova denúncia contra Bolsonaro no Tribunal Penal Internacional

Foto: Marcos Corrêa-PR Acesse o documento em português e inglês Com base em fatos novos levantados pela CPI da Covid, a Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) protocolou nesta terça-feira, 09, no Tribunal Penal Internacional (TPI), um adendo onde pede que a Corte dê seguimento à representação realizada em abril de 2020. A intenção é que seja investigada a denúncia feita pela entidade contra Jair Bolsonaro por cometimento de crimes humanitários contra a população brasileira ao assumir a opção de imunidade de rebanho, com boicote ao programa de vacinação e negação das políticas de cuidados sanitários .  De acordo com os juristas, a sistematização de dados produzidos pela CPI da Covid e por vários pesquisadores revelam o empenho e a eficiência da atuação do presidente e da União em prol da ampla disseminação do vírus no território nacional. “As normas produzidas, decretos e vetos a leis votadas no Congresso, os discursos e atos de Bolsonaro foram determinantes para

ABJD faz nova denúncia ao CNJ contra desembargadora que difamou Marielle Franco logo após seu assassinato




Foto: Divulgação

Marília Neves volta a fazer postagens com conteúdos falsos, que incitam violência e intimidador contra várias pessoas, inclusive o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A nova denúncia protocolada nesta terça-feira (22) pela Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) é um adendo ao procedimento que já investiga a desembargadora.

Em março do ano passado a ABJD entrou com representação no Conselho contra a mesma desembargadora por crime de ódio e racismo contra Marielle Franco. Neves divulgou em suas redes sociais que a vereadora estava engajada com bandidos e que havia sido eleita com apoio de facções criminosas. O  CNJ decidiu acolher a denúncia e abriu investigação sobre o caso, entretanto ainda não foi levado ao colegiado.

A nova denúncia dos juristas apresenta novos elementos de que Marília Neves está reincidindo na prática de racismo e crimes de ódio, além de desrespeitar o Provimento 71/2018 que determina regras de conduta para juízes nas redes sociais.


Registros das postagens de Marília Neves que foram apagadas após serem denunciadas ao Facebook 

Na semana passada a magistrada compartilhou uma postagem atacando pessoalmente o ex-candidato a presidência da República Guilherme Boulos, que dizia "a tristeza no olhar de quem vai ser recebido na bala, depois do decreto do Bolsonaro". Outras postagens de teor semelhante são publicas sem nenhum constrangimento pela desembargadora há algum tempo.

Leia a ação.