Com dados da CPI da Covid, ABJD faz nova denúncia contra Bolsonaro no Tribunal Penal Internacional

Foto: Marcos Corrêa-PR Acesse o documento em português e inglês Com base em fatos novos levantados pela CPI da Covid, a Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) protocolou nesta terça-feira, 09, no Tribunal Penal Internacional (TPI), um adendo onde pede que a Corte dê seguimento à representação realizada em abril de 2020. A intenção é que seja investigada a denúncia feita pela entidade contra Jair Bolsonaro por cometimento de crimes humanitários contra a população brasileira ao assumir a opção de imunidade de rebanho, com boicote ao programa de vacinação e negação das políticas de cuidados sanitários .  De acordo com os juristas, a sistematização de dados produzidos pela CPI da Covid e por vários pesquisadores revelam o empenho e a eficiência da atuação do presidente e da União em prol da ampla disseminação do vírus no território nacional. “As normas produzidas, decretos e vetos a leis votadas no Congresso, os discursos e atos de Bolsonaro foram determinantes para

ABJD apoia | Federalização Não: A investigação do caso Marielle e Anderson não pode ser interrompida!



Nas últimas semanas, denúncias apontaram indícios concretos de que o Presidente da República tentou interferir na Polícia Federal do Rio de Janeiro para blindar sua família de investigações.

Pra piorar, surgiu a notícia de que Flávio Bolsonaro recebeu informações privilegiadas da Polícia Federal para alertar o deputado sobre a investigação de esquema de corrupção em seu gabinete.

E é nesse cenário que, no dia 27 de maio, o STJ vai votar se o caso Marielle e Anderson vai passar a ser investigado pela Polícia Federal.

Já são dois anos sem respostas, em uma luta longa, dura e dolorosa pra tentar saber quem mandou matar Marielle e por quê. Como se não bastasse todo o esforço, estão tentando fazer com que a investigação do caso fique ainda mais distante de se concluir.

Por isso, o Instituto Marielle Franco, dirigido pela família de Marielle, as companheiras de Marielle e Anderson, Monica Benicio e Agatha Reis, e a Coalizão Negra por Direitos, com mais de 150 movimentos e organizações negras, com o apoio de dezenas de organizações da sociedade civil lançaram uma mobilização contra a federalização!

Mas precisamos mostrar que somos milhares de pessoas que não confiam na federalização do caso. Temos pouco tempo para agir! Assine e mostre seu apoio! Clique aqui.

Leia a carta das famílias que será enviada ao STJ.

Veja o pedido protocolado pela Coalizão Negra e o Instituto Marielle Franco no STJ,