ABJD lança campanha #MoroMente para explicar os crimes cometidos pelo ex-juiz na Lava Jato

Ato será realizado no dia 19 de agosto na Faculdade de Direito da USP 
Preocupada com o discurso de Sergio Moro de relativização da legalidade e de normalização de desvios, a ABJD (Associação Brasileira de Juristas pela Democracia) lança nesta quinta-feira (01/08) a campanha #MoroMente para mostrar à população quais foram as violações de direitos cometidas pelo ex-juiz, e apontar as mentiras que ele conta para justificar sua atuação criminosa durante a Lava Jato.

A ação contará com a participação de juristas que irão explicar como os envolvidos na operação Lava Jato atropelaram leis e corromperam a Constituição.

Nesta abertura, o juiz de Direito da Vara de Execuções Penais do Amazonas, Luís Carlos Valois, esclarece porque Moro está mentindo quando diz que é normal o contato regular e de tanta influência com representantes do Ministério Público (MP) no curso de um processo. Assista.

Um ato público será realizado no dia 19 de agosto na Faculdade de Direito da USP, no Largo do São Fra…

Nesta segunda, 21/10, ABJD realiza ato #MoroMente em Salvador




Para denunciar as ilegalidades cometidas pelo ex-juiz Sergio Moro e cobrar uma investigação urgente e rigorosa, a ABJD (Associação Brasileira de Juristas pela Democracia) realiza nesta segunda-feira (21/10), em Salvador (BA), o ato #MoroMente, juntamente com o lançamento do livro ‘Relações Obscenas’, que trata das revelações feitas pelo site The Intercept Brasil.

O evento será no Museu de Arte da Bahia (MAB), no Corredor da Vitória, a partir das 18h. “Sergio Moro e os integrantes do Ministério Público Federal (MPF) envolvidos na #VazaJato seguem sem sofrer qualquer tipo de investigação ou punição. Por isso, realizamos atos por todo o país para defender o estado democrático de direito e cobrar um posicionamento rigoroso das instituições competentes”, explica a executiva nacional da entidade.

Os diálogos divulgados pelo The Intercept Brasil e veículos parceiros, a partir de 9/6, mostram que o ex-juiz Sergio Moro orientava clandestinamente os trabalhos da acusação, chefiando e subordinando os procuradores da Lava Jato, o que viola a Constituição brasileira.

Para a ABJD, sob o pretexto de combater a corrupção a qualquer preço, Moro e membros do Ministério Público Federal (MPF) violaram leis processuais e garantias constitucionais, como a presunção de inocência.